Desafio Literário- Março



Para o mês de março  o tema do desafio literário era Clássicos da literatura, e o livro que escolhi foi A Utopia de Thomas More.Esse livro já figurava na minha primeira lista de leitura desde o ensino médio (há 4 anos), mas, sempre deixava para ler depois e esse depois nunca chegava, então percebi que esse era o momento certo para finalmente ler A Utopia.
Toda história do livro concentrasse na fictícia ilha de Utopia, um lugar em que a sociedade vive em harmonia  seguindo de sociedade perfeita onde não existe a ganância, pobreza, corrupção, e violência os velhos fantamas que assolam todas as sociedades desde de o inicio dos tempos. A leitura não foi uma tarefa fácil, exigiu muito mais tempo e paciência do que imaginei. O fato é que a primeira vista Utopia parece se tratar de um livro que descreve a sociedade dos sonhos do homem, onde todos são felizes, saudáveis e conformados, mas esse livro vai muito além disso, ele aborda assuntos complexos que compreendem estruturas políticas, sociais, e comportamentais. Para entender toda a mensagem, que é muito mais critica do sonhadora,  que Thomas More quer nos passar atraves desse livro, é necessario muita concentração e reflexão, o que por vezes pode se tornar exaustivo. 
Mas, no fim a leitura vale o esforço, porque apesar do livro ter sido escrito há séculos atrás e de todo o conceito de sociedade perfeita ser inviável, existe muito a ser analisado e discutido e também idéias que deveriam ser aproveitadas pelos governantes e os membros atuantes da sociedade de hoje em dia.

Sinopse:
A palavra "utopia", que em grego significa "em lugar nenhum", foi usada por Thomas More para designar a ilha deserta imaginária na obra sobre o melhor estado de uma república e sobre a nova ilha Utopia. More fez severas críticas à sociedade inglesa e européia, ao mesmo tempo que apresenta a ilha Utopia como um lugar em que a sabedoria e a felicidade do povo decorrem de um sistema social, legal e político perfeito, guiado pela razão.
A Obra descreve um Estado imaginário sem propriedade privada nem dinheiro, preocupado com a felicidade coletiva e a organização da produção, mas de fundamento religioso. Seu modelo é A República e As leis de Platão. A Utopia fez muito sucesso em sua época e tornou-se modelo de todas as concepções posteriores do gênero.






Judas, O obscuro




Eu já li esse livro, Judas, o obscuro do escritor inglês Thomas Hardy, há alguns anos é um dos meus favoritos. Ele conta a história da vida de Judas, que começa como um menino pobre, solitário e sem nenhuma perspectiva de uma vida melhor, mas, que tem um sonho, entrar para a universidade. Ao longo da vida Judas sofre muito e enfrenta varias dificuldades e decepções.Ele se casa ainda jovem e tem um filho, mas, a esposa o abandona, depois disso ele vai para uma cidade maior onde tem a universidade que ele sonha em estudar, só que na nova cidade tudo é mais difícil do que ele imaginava. Como tudo na vida de Judas é tragico até mesmo quando ele encontra um novo amor, porque, como já é casado enfrenta o preconceito da sociedade.


Esse livro é extremamente triste e muito realista. E, confesso que chorei muito no final. Chorei imaginando todos os Judas que existem no mundo. Chorei sabendo que o preconceito e a desigualdade social que são abordados no livro existem no mundo real. Chorei pensando nos sonhos perdidos, na falta de esperanças.




Sinopse

A história de Judas é uma tragédia, elaborada num tom de manso desespero, em que as palavras se mostram normais, sem rompantes de som ou de significado, revelando um sofrimento que é tão entranhado nos personagens que o leitor o aceita como necessário à história que o narrador conta. Uma das características da verdadeira tragédia é que ela não provoca a piedade.
A tragicidade de "Judas, o obscuro" é ligada a um desespero que vem de dentro dos personagens, que o sentem como parte intrínseca, visceral, de si mesmos.


Um trecho do livro em que Judas analisa sua própria vida:
(…) – Deve cada um seguir cegamente o caminho em que se acha, sem considerar seus dotes pessoais, ou deve, pelo contrário, pesar as aptidões, as preferências que possa ter, e mudar a direção de sua vida? Foi o que tentei fazer e fracassei. Mas não admito que o meu fracasso valha como prova de que estava errado, do mesmo modo como não admitiria que o sucesso justificasse o bem-fundado do meu ponto de vista. E é assim, entretanto, que, muitas vezes, julgamos os esforços, não pelo seu valor essencial, mas pelo  seu resultado acidental. Se me tivesse tornado um desses doutores vestidos de vermelho e preto que estamos vendo descer, ali, todos diriam: “Vejam como este homem agiu sabiamente, seguindo o pendor de sua natureza!” Mas, não tendo acabado melhor do que comecei, dizem: “Vejam como este homem agiu estupidamente, seguindo um capricho de sua imaginação!” No entanto, foi minha pobreza e não minha vontade quem determinou a minha derrota. (…)



Em 2007, foi lançado o filme Paixão Proibida,  baseado nesse livro. Eu assisti ao filme, e gostando tanto do livro, estava muitas espectativas. Mas, na minha opinião o filme deixa a desejar, acho que fica muito focado no romance e não transmite bem a emoção, e tristeza que há no livro. Mas, para quem quiser conferir, o filme não é ruim, só que o livro é muito superior. 




Então o que me resta a dizer sobre esse livro é que: Todo mundo deveria ler Judas, o obscuro, mas,  deve preparar seu emocional antes, e depois se possível assista o filme e tire suas próprias  conclusões.

Maratona de Banca- Março

Esse mês de março começou a Maratona de Banca, e o tema de março é Romance Histórico. O livro que escolhi foi Audácia de Candace Camp.





Ângela Stanhope acreditava no amor. Após ser arrancada dos braços de Cameron Monroe, o homem a quem confiara seu coração, ela foi jogada nas garras do cruel e impiedoso Lorde Dunstan, o escolhido de seu avô para desposá-la. Decidida a fazer valer seus sentimentos e não os desejos insanos do patriarca Stanhope, ela o desafiou, mas cedeu a uma ardilosa chantagem para proteger seu amado.
Cameron jamais esqueceu da humilhação que sofreu. Após 15 anos, ele retorna à propriedade dos Stanhope para um ajuste de contas. Afinal, tornou-se um homem rico e poderoso, com recursos ilimitados para destruir a família que o renegou. E ele tem somente uma exigência: que Angela se torne sua esposa.


Eu comecei bem a maratona porque esse livro é muito bom, é um romance marcante, com um pouco de suspense, e algumas partes mais hot. Eu gostei em especial da  Ângela, ela sofre muito (mesmo) no primeiro casamento, mas, consegue, aos poucos e com a ajuda de Cameron ,  superar as coisas ruins do passado e no final ela é muito corajosa.  O Cameron foi incrível com ela, até mesmo com aquela história de vingança, que no fundo era uma desculpa para ficar com a Ângela, e teve muita paciência e criatividade para ajuda- la a superar os traumas do passado. No eu fiquei confusa com um detalhi, mas, não vou falar o que é porque quem faz parte do desfecho do mistério do livro. No todo, eu gostei muito do livro.


Livro aprovado, e, para quem ainda não conhece, eu indico.





Brincadeira Literária



Essa brincadeira literária foi criada pela Náh do Blog Ler, Dormir, Comer... e consiste em falar sobre o primeiro livro lido. Eu achei a idéia ótima, porque nos permite fazer uma viajem no tempo, testando nossa memória e nos divertido relembrando o inicio da nossa epopéia literária. 
Então o primeiro livro que lembro ter lido, excluindo os livrinhos de contos de fada claro, foi O Menino do dedo verde de Maurice Druon.

Segue capa e sinopse:
Era uma vez Tistu...Um menino diferente de todo mundo. Com uma vidinha inteiramente sua, o pequeno de olhos azuis e cabelos loiros deixava impressões digitais que suscitavam o reverdecimento e a alegria. As proezas de seu dedo verde eram originais e um segredo entre ele e o velho jardineiro, Bigode, para quem seu polegar era invisível e seu talento, oculto, um dom do céu. Até o final surpreendente e singelo.
"O Menino do Dedo Verde", de Maurice Druon, tornou-se um clássico da literatura para crianças e jovens em todo o mundo e permanece atual há três décadas, sendo adotado em escolas do Ensino Fundamental todos os anos. Esta fábula trata de questões relacionadas com os conceitos de convívio social, ética e cidadania; e foi pioneira ao abordar o tema ecologia.

Eu não me lembro muito bem de toda a historia do livro, mas, consigo me lembrar da  mensagem de paz e ecologia que o livro traz. Eu, assim como o Tistu, não entendia como  as pessoas podiam causar tanto mal, como nas guerras, quando era tão mais fácil  e mais feliz viver em paz, harmonia e liberdade. Pensar sobre a maldade humana já é um grande feito para qualquer pessoa, para uma menina de apenas 12 anos é bem marcante.  
A forma como eu consegui o livro também foi interessante, e merece ser contada. Como eu já disse tinha 12 anos naquela época, estava na 6ª serie,  e até então não tinha contato com livros literários, meus pais nunca foram grandes leitores por isso não tinha livro em casa além dos didáticos. Um dia, a professora de português nos explicou e incentivou a fazer uma carteirinha na biblioteca, acreditem eu não sabia que a biblioteca emprestava livros, na escola que estudava não tinha, e nem sabia onde ficava a biblioteca municipal. Então, numa aventura emocionante e reveladora, eu e mais duas amigas da mesma serie (que sabiam onde ficava a biblioteca, é claro) atravessamos a cidade, andamos cerca de 3 km (50 mim de caminhada se não me engano) e chegamos na Biblioteca Municipal ohhhhhh. Quando entrei e vi tantos livros  de assuntos variados  reunidos no mesmo lugar, (na verdade a biblioteca da minha cidade deixa muito a desejar, mas,  era a unica que conhecia mesmo então pra mim era incrível, me senti como criança em sorveteria, não sabia o que ler primeiro, queria conhecer tudo. Desde então, a cada 15 dias atravessava a cidade pra buscar livros, no inicio eu ia com  as minhas amigas, mas elas não eram tão animadas pra caminhar ou ler, e passei a ir sozinha e a busca pelos livros que,  na verdade é a busca de conhecimento pois é isso que os livros nos trazem de alguma forma ou de todas elas, se tornou fundamental na minha vida ( hoje já estou começando a desconfiar que é um vicio).
Ai, Ai é bom viajar nas recordações, lembrar  da curiosidade, dos sonhos e esperanças de menina e perceber que os livros fizeram parte de tudo isso...

Alguém para Amar- Judith McNaught


Quando o assunto é livros, eu sou muito eclética, leio de tudo, os clássicos da literatura universal, literatura fantástica, Chick- Lit, os recém descobertos livros de banca ...( E cada dia a lista cresce mais rápido do que posso acompanhar) mas, quem me conhece sabe bem que os meus favoritos são os romances históricos. E, porque? Tenho dois bons motivos:
Motivo 1- Eu sou uma romântica assumida. desde sempre me encanto com bonitas histórias de amor e me emociono até com comedias românticas. 
Motivo 2-  Eu amo conhecer e entender tudo o que é diferente, principalmente o que está fora do meu alcance (fazer o que né, gosto é gosto) . Adoro conhecer países, culturas  e épocas diferente, e os romances históricos me proporcionam isso.

E, para minha grande alegria descobri a autora Judith McNaught, que escreve ótimos romances, incluindo os históricos. De todos os livros que eu li dessa autora, até agora, o que mais gostei foi Alguém para Amar. 


Sinopse:

Ambientada nos luxuosos salões da corte londrina e nos campos verdejantes da Escócia, este romance combina humor e emoção, ternura e erotismo. A jovem condessa Elisabeth Cameron causa furor quando se apresenta à sociedade londrina. Cortejada pelos mais cobiçados homens da época, cercada de amigas das melhores famílias, ela tem o mundo aos seus pés. Mas Elizabeth, embora nobre, é apenas uma órfã criada numa antiga casa de campo. Impulsiva e ingênua, deixa-se manipular e cai numa armadilha. Um escândalo envolvendo seu nome corre Londres e condena-a ao ostracismo. O tutor de Elizabeth não está disposto a sustentá-la para sempre. Por isso, um ano depois dos acontecimentos, arrisca uma cartada inusitada - oferece a mão da sobrinha aos doze homens que a haviam disputado antes do escândalo. Ao saber do gesto do tio, a garota sente-se envergonhada. Todos seus ex-pretendentes a recusam, exceto Ian Thornton - um plebeu de temperamento indomável e atraente. Ela sabe que Ian estava no centro da intriga que quase a destruíra e tem certeza de que ele a despreza. Elizabeth precisa enfrentar seus temores e mergulhar numa tempestuosa e surpreendente história de amor.


Esse romance me encantou por vários motivos, os personagens são complicados cheios de erros e acertos, o que os torna apaixonantes, a história é linda, emocionante e como não podia deixar de ser, cheia de enganos e desencontros. Além de todos esses elementos habituais dos romances, Judith McNaught  descreve com riqueza de detalhes a sociedade e os cenários da época em que se passa a história, confesso que senti vontade de estar lá, para mudar algumas coisas que aconteciam naquela época que eu acho insuportável, e para aproveitar algumas que eu considero encantadoras. Eu sorri, me emocionei e suspirei do início ao fim da leitura.

Conclusão: Os livros da Judith McNaught são viciantes. E pretendo comentar outros romances dela em breve. 





Selinho

Oi!
Recebi mais um selinho super fofo, da Elis do Blog A magia Real .


Essas são  as regras para quem recebi:

Postar o Selo em seu Blog!
Citar o Blog de quem te indicou!
Oferecer o Selo à 10 Blogueiras que você julga ser Dedicada aos seus Blogs!



Então eu indico o Selinho para:


Débora Lauton do blog  Leitura de Banca
Solange do Blog da Solange
Dhy do blog Toca da Escritora
Thayfreir do blog Reflexos Encantados
SRTA. Camilla  do blog Livros com coração...
Racky do blog Mundo dos sonhos
Patrícia do blog Belas Ideias
Celsina do blog Uma janela secreta
blog Psychobooks
blog Sobre Livros

Para os fãs de Jane Austen!

Andando pela blogosfera encontrei um site que tem um quiz para descobrir qual heroína da Jane Austen você é. Eu fiz o Quiz e o resultado não foi surpresa nenhuma, pois sempre me identifiquei com essa personagem (apesar de gostar mais da Elizabeth Bennet de Orgulho e Preconceito).


O meu resultado foi:
Elinor Dashwood de Razão e Sensibilidade!

I am Elinor Dashwood!

Essa é a descrição da heroína (que tem tudo haver comigo, mesmo): Você é prática, prudente, e discreta. Embora você seja tremendamente sensível  permite que a sua cabeça governe, você tem um lado emocional profundo que poucas pessoas vêem frequentemente.


Faça o teste também e descubra com qual heroína da nossa querida autora Jane Austen tem mais haver com você. 

Indicação de Blog

Vou dar uma dica de um Blog interessante  para quem gosta de literatura fantástica, incluindo os autores nacionais:
é o blog Sagas Marcantes.
Porque eu indico esse blog?
Ele tem ótimas resenhas de livros, com postagens regulares e atualizadas que valem a pena conferir, principalmente para quem gosta desse estilo de literatura (como eu). E, tambem tem diversos sorteios de livros sempre rolando por lá.
Agora mesmo está em andamento as promoções desses dois super livros:

O ladrão de raios é o primeiro livro da serie Percy Jackson e Os Olimpianos, eu ainda não li, mas,  promete ser ótima.

Harry Potter dispensa comentários né! E esse ultimo, na minha opinião, é o mais emocionante de toda a serie.

Conheçam o Blog Sagas Marcantes, e ainda dá tempo de concorrer aos livros!

Maratona de Banca

Estou participando de mais um desafio Maratona de Banca 2010  e dessa vez, como o nome já diz,  só vale livros de banca. Acho super legal essas iniciativas de organizar desafios literários entre os blogs, pois nos proporciona troca de informação e experiência que enriquecem a vida das apaixonadas por livros como eu.

A maratona começa nesse mês de março e vai até fevereiro de 2011. Minha listinha já está pronta, e vou começar hoje a leitura do livro de março.


Minha lista:

Março: Audacia- Candace Camp
Abril: Um príncipe moderno- Muriek Jensen
Maio: Encanto eterno - Kimberly Raye
Junho: Anjo Rebelde - Margaret Rome
Julho: Cativado - Nora Roberts
Agosto: Entre dois mundos- Lynn Kurland
Setembro: Mais do que um anjo- Loreley Mckenzie
Outubro: Mais que amigos- Kristin Morgan
Novembro: Noivo por encomenda- Peggy Daniels
Dezembro: Magia e Sedução- Theresa Michaels
Janeiro: A noiva do rei- Diana Palmer
Fevereiro: Em teus braços- Patricia Grasso

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